Juliana Ribeiro
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Juliana Ribeiro leva show Amarelo ao interior da Bahia

Juliana Ribeiro leva show Amarelo ao interior da Bahia
13 de março de 2012 juliana

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Santo Amaro é a primeira cidade a receber Juliana Ribeiro em, série de shows que a cantora e compositora faz pelo interior da Bahia

Após participar do lançamento do documentário Cacau do Pandeiro – O Mundo na Palma da Mão, no Rio de Janeiro, sobre o mestre de percussão baiano, no último dia 8, a cantora e compositora Juliana Ribeiro se prepara para uma série de apresentações pelo interior da Bahia, com primeira parada na cidade de Santo Amaro, no Teatro D. Canô, no dia 24 de março. A cantora leva o show do CD Amarelo também a Jequié (19/4), Vitória da Conquista (20/4) e Itabuna (21/4).

CD Amarelo é resultado de uma vasta pesquisa que traz como resultado a inusitada harmonia entre ritmos como o jongo, o semba, o batuque, a Música Popular Brasileira (MPB), o lundu, o ijexá, o maxixe e o samba. O repertório é formado por composições próprias e de grandes nomes do cenário musical baiano como Roberto Mendes, Tiganá Santana e Reginaldo Souza, feitas especialmente para esse CD, além dos maiores sucessos dos seus dez anos de carreira.

Sobre o documentário Cacau do Pandeiro – O Mundo na Palma da Mão:

Juliana participa do documentário em trechos de entrevistas e cantando ao lado de Cacau do Pandeiro no trio elétrico, no Carnaval de 2011, no trio Samba de Moça Só, que naquele ano homenageou o Dia da Mulher. Foi a primeira vez que a cantora se apresentou ao lado do percussionista. “Para mim foi uma honra cantar e tocar ao lado do mestre, ele que foi professor da maioria dos percussionista da Bahia, ou foi professor dos professores deles”, diz Juliana.

Em outro momento do documentário, Cacau do pandeiro surpreende Juliana Ribeiro ao subir ao palco durante a gravação do seu primeiro DVD e lançamento do CD Amarelo. “Foi um momento único na minha vida, quando fui trocar o figurino, minha banda puxou um chorinho, e ele começou a tocar junto”, conta emocionada a cantora. A expectativa para o novo encontro é de mais uma vez tocar e cantar ao lado do mestre, que Juliana considera uma das figuras mais inspiradoras da música baiana. “Ele é a raiz da árvore genealógica da percussão na Bahia, seja no choro, no samba, ou outros estilos musicais também”, comenta.

data: 24 de março de 2012
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